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		<title>thounds</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 15:46:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No Thounds partilham-se sons e constroem-se músicas em comunidade. A ideia não podia ser mais simples: grava-se um som e alguém vem completá-lo. A certa altura forma-se uma música construída por várias pessoas que nunca se conheceram. É curioso adivinhar &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2010/05/12/thounds/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=229&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a title="Thounds" href="http://www.thounds.com" target="_blank">Thounds</a> partilham-se sons e constroem-se músicas em comunidade. A ideia não podia ser mais simples: grava-se um som e alguém vem completá-lo. A certa altura forma-se uma música construída por várias pessoas que nunca se conheceram. É curioso adivinhar e supreender-se com o rumo daquele primeiro som. Trata-se de um bom exemplo de <em>remix</em> que acontece em comunidade, num meio digital.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/229/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=229&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>remix digital vs analógico</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 11:59:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em New Media and Remix Culture, Lev Manovich divide o processo de remix em três categorias, no sentido de metaforizar a sua posição quanto à questão dos Novos Media. A primeira categoria, já nos referimos a ela há algum tempo &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2010/05/12/226/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=226&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em><a title="New Media and Remix Culture, by Lev Manovich" href="http://www.manovich.net/DOCS/LNM_Korea_intro.pdf" target="_blank">New Media and Remix Culture</a></em>, Lev Manovich divide o processo de <em>remix</em> em três categorias, no sentido de metaforizar a sua posição quanto à questão dos Novos Media. A primeira categoria, já nos referimos a ela há algum tempo como <em>pós-modernismo</em>. Trata-se da mistura de elementos culturais já existentes através de um media convencional: é o mais comum em música, moda e arquitectura. A segunda categoria é o remix da<em> globalização</em>, e passa pela mistura de tradições e figuras culturais nacionais com o novo sentido de estilo <em>global internacional</em>. A par destas duas, os Novos Media, podem ser pensados como a terceira categoria de <em>remix</em>, uma posição de equilíbrio entre os dois extremos anteriores. Não é mais que a interacção das interfaces culturais com as novas técnicas de software. A novidade não está em descartar o passado e todas as possibilidades inerentes ao analógico, mas antes completá-lo com todas as potencialidades do digital.</p>
<p>A maior destas potencialidades, no que diz respeito à prática do <em>remix</em>, é a velocidade. Em relação ao analógico, entende-se  que as ferramentas digitais permitem uma aceleração descomunal do <em>remix</em>: a pesquisa de elementos culturais a serem misturados é facilitada, através de ferramentas digitais de busca: ainda que os elementos sejam analógicos, o digital permite-nos uma mais rápida localização do que queremos utilizar; A remistura digital em si é um processo menos moroso, mais flexível e mais rápido que através de técnicas analógicas; Por fim, a divulgação de resultados no meio digital é mais global e possivelmente mais eficiente que no meio analógico.</p>
<p>Por outro lado, as potencialidades do analógico são vastas. Quando o <em>remix</em> depende de contributos externos (por exemplo, de um público), talvez seja mais eficaz desafiar os participantes a actuar no mundo analógico, quando existe uma reunião física, onde o espaço e o tempo de actuação é o mesmo para todos e existe um princípio, meio e fim: constitui mais directamente uma experiência conjunta. O mundo digital talvez permita um <em>remix</em> infinito. Isto pode constituir uma vantagem no processo, mas a memória é importante e é mais óbvia no analógico.</p>
<p>As diferenças entre o analógico e o digital não são questões recentes nem pouco estudadas. Seria, no entanto, curioso entender como uma comunidade participa num <em>remix</em> em ambos os mundos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/226/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/226/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/226/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/226/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/226/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/226/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/226/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/226/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/226/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/226/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/226/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/226/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/226/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/226/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=226&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Transmute</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 00:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>plastessina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jerald Hughes e Karl Lang (1) definem os produtos culturais analógicos como sólidos, impenetráveis, que permitem apenas um consumo passivo. O conceito oposto é o dos produtos digitais, líquidos: easily reproduced, easily distributed, and subject to endless modification, extension and &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2010/01/05/transmute/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=221&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jerald Hughes e Karl Lang (1) definem os produtos culturais analógicos como sólidos, impenetráveis, que permitem apenas um consumo passivo. O conceito oposto é o dos produtos digitais, líquidos:<em> easily reproduced, easily distributed, and subject to endless modification, extension and recombination. </em>(1) Estes produtos culturais são facilmente alterados, transmutáveis.</p>
<p>A música electrónica é já baseada num conceito de transmutabilidade. Os artistas plásticos e os designers gráficos descontextualizam elementos gráficos e recombinam-nos. As novas tecnologias permitem que o movimento criativo <em>rip, mix and burn</em> (2) seja acessível. Os artistas e designers isolam momentos, dando-lhes um novo significado, sozinhos ou combinados com outros.</p>
<p>Mais do que as imagens, as palavras tendem a mudar de significado dependendo do contexto. Ao isolar palavras de uma frase é provável que o seu significado inicial sofra alterações, maiores ainda se forem combinadas com outras diferentes.</p>
<p>Partindo destas ideias, o projecto <strong>Transmute</strong> pretende ser um banco de elementos multimédia que, numa fase inicial, se resumem a excertos de videos de 1 segundo e de palavras trocadas por pager durante a tragédia do 11 de Setembro em Nova York. A cada uma destas palavras corresponde um vídeo de 1 segundo. A colagem de palavras é feita pelo utilizador do Transmute e o vídeo é imediatamente criado.</p>
<p><a title="Transmute" href="http://vimeo.com/8532047" target="_blank">Ver exemplo de um vídeo possível.</a></p>
<p>__</p>
<h6>(1) HUGHES, Jerald e LANG, Karl. <em><a title="Transmutability" href="http://www.computer.org/plugins/dl/pdf/proceedings/hicss/2006/2507/08/250780165a.pdf?template=1&amp;loginState=1&amp;userData=anonymous-IP%253A%253A83.132.202.108" target="_blank">Transmutability: Digital Decontextualization, Manipulation, and Recontextualization as a New Source of Value in the Production and Consumption of Culture Products</a></em>, publicado no 39th Hawaii International Conference on System Sciences (2006)</h6>
<h6>(2) <em>Decontextualization, manipulation and recontextualization (&#8220;rip, mix and burn&#8221;)</em>, citado do paper acima mencionado</h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/221/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=221&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>invisível</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 14:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>plastessina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A figura imponente dos primeiros computadores inibia uma interacção natural com os media proporcionados. A interface era demasiado robusta para que as operações se assemelhassem às reais. Hoje, as interfaces com que lidamos são mais leves, intuitivas e simples e &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/12/09/213/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=213&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/12/oldoldcomputer.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-212" title="oldoldcomputer" src="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/12/oldoldcomputer.jpg?w=500&#038;h=368" alt="" width="500" height="368" /></a></p>
<p><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">A figura imponente dos primeiros computadores  inibia uma interacção natural com os media proporcionados. A interface  era demasiado robusta para que as operações se assemelhassem às reais.  Hoje, as interfaces com que lidamos são mais leves, intuitivas e simples  e as acções virtuais são cada vez mais semelhantes às reais. </span></p>
<p><strong><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Assim, o papel do designer nos novos  media é o de aproximar o mundo por eles criado à realidade,  tornando os interfaces e os próprios media invisíveis. Precisamos  desta aproximação ao real para compreender e usufruir de algumas operações  virtuais.</span></strong></p>
<p><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Em<a title="Virtual Gravity on VIMEO" href="http://www.vimeo.com/5641809" target="_blank"> <em>Virtual  Gravity</em></a>, Silke Hilsing faz uma ponte entre o digital e o analógico.  Ao escolher palavras isoladas, através de um ecran de computador, a  popularidade e a importância (determinadas pela <em>Google  Insights for Search) </em>são convertidas em valores reais de peso e  comparadas com outras. Através desta visualização tão real do peso  dos sites, entende-se perfeitamente a sua importância, comparativamente  a outros. Pode considerar-se esta experiência como uma ilustração  do papel do designer nos novos media.</span></p>
<p><a href="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/12/videodrome.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-214" title="videodrome" src="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/12/videodrome.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">As interfaces ainda estão longe de  serem invisíveis. Embora as experiências emocionais já tenham provado  uma grande presença nos meios virtuais, o cibersexo ainda deixa muito  a desejar. Em <em>Videodrome</em> (1982), David Cronenberg explora o prazer  criado da relação do espectador com o ecran, através do vício no  sinal videodrome e nos seus conteúdos sexuais e violentos. Hoje não  precisamos do videodrome para aceder a estes conteúdos e existe um  prazer entre o homem e a máquina, mas não passa mesmo disso. Quando  se pretende extrair da máquina uma relação humano-humano, a situação  ainda está pouco explorada. </span></p>
<p><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">No artigo <em><a title="Joel Stein" href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,997256,00.html" target="_blank">Will Cybersex Be Better  Than Real Sex</a>?,</em> Joel Stein relata as dificuldades técnicas que  impediram obter prazer na sua primeira tentativa de cibersexo com uma  actriz pornográfica, através da <em>cyberdildonics box</em>: <em>I cannot  fully describe to you the absolute repulsiveness of the sexual aid I  was given (…).It felt like wet latex, smelled like wet latex and looked  like something Sigmund Freud might have used to make a very twisted  point. I figured it was designed for men without hands.</em></span> (pág. 2)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/213/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/213/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/213/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=213&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:49:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Decorreu de 12 a 15 de Novembro a segunda edição do UM &#8211; Festival Internacional de Intermedia Experimental &#8217;09 que teve como tema a Paisagem enquanto espaço de vivência e a sua percepção. É, como diz a descrição, a presença &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/17/195/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=195&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Decorreu de 12 a 15 de Novembro a segunda edição do <a title="UM" href="http://1um1.net" target="_blank">UM &#8211; Festival Internacional de Intermedia Experimental &#8217;09</a> que teve como tema a Paisagem enquanto espaço de vivência e a sua percepção. É, como diz a descrição, a presença humana no mundo. Pretendeu-se neste festival uma mistura de práticas experimentais que de alguma forma interpretem e fomentem a crítica do mundo.</p>
<p>No debate <em>Desta Posição &#8211; construção da paisagem e as inter-relações entre som, imagem, arquitectura e espaço</em>, Carsten Stabenow e Geert-Jan Hobijn (<a title="Staalplaat Sound System" href="http://www.staalplaat.org/site/" target="_blank">Staalplaat Sound System</a>) focaram a construção do espaço e as relações deste com o som. Explorando ruídos quotidianos geralmente incomodativos, este colectivo cria instalações que misturam, ampliam ou simplesmente isolam estes sons de forma a torná-los mais atractivos e interessantes, através do reconhecimento da sua origem. Na instalação-concerto <em>Yokomono </em>(apresentada na inauguração da exposição no primeiro dia do festival), 10 vinyl killers (carrinhos vermelhos que funcionam como agulhas), giram ao longo dos vinis, cada um com o seu transmissor FM que comunica com a mesa onde são misturados e criam ritmos cada vez mais complexos. Com uma exposição tão clara do processo, compreendeu-se a origem de cada som e como ele encaixa em toda a construção sonora.</p>
<div id="attachment_199" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/11/staalplaat-sound-system.jpg"><img class="size-full wp-image-199" title="staalplaat sound system" src="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/11/staalplaat-sound-system.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">(Staalplaat Sound System na inauguração da exposição do festival, dia 12)</p></div>
<p>Na apresentação do workshop Construir o Próprio Interface Musical, Frank Baldé e Takuro Mizuta Lippit (<a title="STEIM" href="http://www.steim.org" target="_blank">STEIM</a>) apresentaram técnicas de <a title="physical computing" href="http://itp.nyu.edu/physcomp/Intro/HomePage" target="_blank"><em>physical computing</em></a> que permitem, com a interacção entre softwares apropriados (<a title="junXion" href="http://www.steim.org/steim/junxion_v4.html" target="_blank">junXion</a> e <a title="LiSa" href="http://www.steim.org/steim/lisa.html" target="_blank">LiSa</a>) e dispositivos associados, criar novos instrumentos musicais. Aliados à música electrónica desenvolvem projectos em conjunto com vários artistas performativos, tendo como objectivo <a title="STEIM" href="http://www.steim.org/steim/about.html" target="_blank"><em>&#8220;a human approach to technology&#8221;</em></a> e promovendo uma aproximação diferente através do toque e da habilidade corporal (<a title="Cracklebox" href="http://www.vimeo.com/1633788" target="_blank">Cracklebox</a>) ou vocal (<a title="Alex Nowitz" href="http://www.vimeo.com/2533800" target="_blank">Alex Nowitz &#8211; Voz, Wiimote e LiSa</a>) de cada artista.</p>
<div id="attachment_200" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/11/steim1.jpg"><img class="size-full wp-image-200" title="steim" src="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/11/steim1.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">(apresentação do worshop STEIM, dia 12)</p></div>
<p>Na conversa <em>Estudos e Sensibilidades Elevados: Aumentar a Consciência e o Conhecimento Sensorial</em>, <a title="Portable Palace" href="http://www.portablepalace.com/" target="_blank">Evelina Domnitch e Dmitry Gelfand</a> e <a title="Terike Haapoja" href="http://www.terikehaapoja.net/2009/" target="_blank">Terike Haapoja</a> introduzem uma linguagem científica aos seus projectos. Os primeiros criam experiências sensoriais através de processos físicos e químicos, procurando a transcendência do observador pela descoberta científica (<a title="Sonolevitation" href="http://www.youtube.com/watch?v=xtqBg-c7qKQ" target="_blank">Sonolevitation</a> e <a title="10000 Peacock Feathers in Foaming Acid" href="http://www.youtube.com/watch?v=nzHwv5E-GCQ&amp;feature=channel" target="_blank">10000 Peacock Feathers in Foaming Acid</a>). Terike Haapoja desenvolve instalações relacionadas com a vida do Homem na Terra, utilizando os novos media (<a title="Dialogue" href="http://www.terikehaapoja.net/2009/" target="_blank">Dialogue</a>). No seu projecto <a title="Entropy" href="http://www.terikehaapoja.net/2009/works/works17_video.html" target="_blank">Entropy</a>, que se encontra na exposição do festival, podemos assistir à projecção de infravermelhos do arrefecimento do corpo morto de um cavalo.</p>
<p>Na exposição do festival (que decorre até 27 de Novembro no ECV Fiat Garage), conseguiu-se uma visão ampla do conceito de Paisagem aplicado aos vários media. Destacam-se <a title="Julius von Bismarck" href="http://juliusvonbismarck.com/" target="_blank">Julius von Bismarck </a>(<a title="Image Fulgurator" href="http://www.youtube.com/watch?v=Kbq61cwLvrQ" target="_blank">Image Fulgurator</a> – um dispositivo de projecção clandestino que manipula o resultado das fotografias, não sendo perceptível  a olho nú) e Torsten Posselt, Benjamin Maus e Frederic Gmeiner (<a title="local distance" href="http://www.localdistance.org/" target="_blank">Extracts of Local Distance</a> – uma técnica de análise de imagem que cria novas percepções arquitectónicas por um novo ponto de fuga).</p>
<p>Os concertos de dia 13 na ZDB decorreram no formato <a title="Qu Junktions" href="http://www.qujunktions.com/asp/main.asp" target="_blank">QuWack</a>, em que o público se situava no meio de dois palcos onde os vários músicos tocavam a solo durante 15 minutos e em colaboração improvisada durante 5 minutos. O tempo era cronometrado numa projecção e cumprido à regra. <a title="Katapulto myspace" href="http://www.myspace.com/katapulto" target="_blank">Katapulto</a> e <a title="Bass Clef" href="http://www.myspace.com/bassclefbass" target="_blank">Bass Clef</a> foram alguns dos projectos mais interessantes.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/17/195/"><img src="http://img.youtube.com/vi/hhqMqLu3A1Q/2.jpg" alt="" /></a></span>
<!--YouTube Error: bad URL entered-->
<h6>(post de colaboração entre <a title="Patrícia Matos" href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/17/195/" target="_blank">Patrícia Matos</a>, <a title="Marisa Charepe Dias" href="http://g0inha.wordpress.com/2009/11/17/um%C2%B409/" target="_blank">Marisa Charepe Dias</a> e <a title="Joana Barata Pacheco" href="http://joanabaratapacheco.wordpress.com/2009/11/17/um%C2%B409/" target="_blank">Joana Barata Pacheco</a>)</h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/195/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=195&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>realidade</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>plastessina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[realidade aumentada]]></category>
		<category><![CDATA[realidade mista]]></category>
		<category><![CDATA[realidade virtual]]></category>
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		<description><![CDATA[Realidade virtual, realidade aumentada, virtualidade aumentada, realidade mista. E o que é a realidade? Do not adjust your mind. There is a fault in reality:<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=132&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Realidade virtual" href="http://www.youtube.com/v/LPnK9JHoddc&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" target="_blank">Realidade virtual</a>, <a title="Realidade Aumentada" href="http://vimeo.com/5713496" target="_blank">realidade aumentada</a>, <a title="Virtualidade aumentada" href="http://www.youtube.com/v/ciIfcYwI6Ps&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" target="_blank">virtualidade aumentada</a>, <a title="Realidade mista" href="http://www.youtube.com/v/DNB0_c-5TSk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" target="_blank">realidade mista</a>.</p>
<p>E o que é a realidade?</p>
<p><em>Do not adjust your mind. There is a fault in reality:</em></p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/10/realidade/"><img src="http://img.youtube.com/vi/dGHTBRviqSk/2.jpg" alt="" /></a></span>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/10/realidade/"><img src="http://img.youtube.com/vi/-94k0Fz7VLw/2.jpg" alt="" /></a></span>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/132/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=132&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>urbano vs rural</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 22:01:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>plastessina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[rural]]></category>

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		<description><![CDATA[The Network in the Garden: An Empirical Analysis of Social Media in Rural Life (1) é um estudo acerca das diferenças entre os modos de usar a tecnologia em ambientes rurais e urbanos. Para isto, utilizaram a rede social Myspace &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/09/urbano-vs-rural/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=127&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The Network in the Garden: An Empirical Analysis of Social Media in Rural Life (1) é um estudo acerca das diferenças entre os modos de usar a tecnologia em ambientes rurais e urbanos. Para isto, utilizaram a rede social <a title="Myspace" href="http://www.myspace.com" target="_blank">Myspace</a> e abordaram questões como o número de amigos e a distância entre eles, o género dos utilizadores e a privacidade. A partir deste estudo, foram construídas quatro conclusões devidamente comprovadas:</p>
<p><em>1: Rural users will have far fewer friends and comments than urban users.</em></p>
<p><em>2: Females will account for a greater proportion of rural users than urban users.</em></p>
<p><em><strong>3: Rural users will set their profiles to private at higher rates than urban users.</strong></em></p>
<p><em>4: Rural users’ friends will live much closer than urban users’ friends.</em> (2)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em relação à privacidade, há alguns aspectos importantes:</p>
<p>1. Os utilizadores urbanos têm mais perfis públicos do que os rurais.</p>
<p>2. As mulheres urbanas têm mais perfis públicos do que as mulheres rurais.</p>
<p>3. As mulheres urbanas têm mais perfis privados do que os homens urbanos.</p>
<p>4. Os homens urbanos têm um número semelhante de perfis privados ao dos homens rurais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estas conclusões parecem contraditórias ao senso-comum. Como Jane Jacobs escreveu, <em>privacy is precious in cities</em> (3). No entanto, os utilizadores urbanos têm mais perfis públicos que os rurais, a quem associamos uma transparência e sinceridade maiores. Uma explicação possível é o facto de, como os outros dados do estudo comprovam, os utilizadores rurais não verem a internet como um lugar para conhecer pessoas novas. Em vez disso, vêm-no como uma oportunidade de comunicar com as pessoas com quem já têm uma relação forte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>-</p>
<h6>1 <a title="The Network in the Garden: An Empirical Analysis of Social Media in Rural Life" href="http://social.cs.uiuc.edu/papers/pdfs/chi08-rural-gilbert.pdf" target="_blank">The Network in the Garden: An Empirical Analysis of Social Media in Rural Life</a> de Eric Gilbert, Karrie Karahalios e Christian Sandvig.</h6>
<h6>2 Eric Gilbert, Karrie Karahalios e Christian Sandvig no paper já mencionado, página 3.</h6>
<h6>3  Jane Jacobs citada no paper já mencionado.</h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/127/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/127/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/127/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=127&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>privacy by design</title>
		<link>http://plastessina.wordpress.com/2009/11/09/119/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>plastessina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Ann Cavoukian, Information &#38; Privacy Commissioner de Ontario, Canadá, define sete princípios do conceito Pivacy by Design: 1. Proactive not Reactive; Preventative not Remedial 2. Privacy as the Default 3. Privacy Embedded into Design 4. Full Functionality – Positive-Sum, not &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/09/119/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=119&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ann Cavoukian, <em>Information &amp; Privacy Commissioner</em> de Ontario, Canadá, define sete princípios do conceito <em><a title="Privacy by Design" href="http://www.privacybydesign.ca/" target="_blank">Pivacy by Design</a></em>:</p>
<p>1. Proactive not Reactive; Preventative not Remedial<br />
2. Privacy as the Default<br />
3. Privacy Embedded into Design<br />
4. Full Functionality – Positive-Sum, not Zero-Sum<br />
5. End-to-End Lifecycle Protection<br />
6. Visibility and Transparency<br />
7. Respect for User Privacy</p>
<p>Cavoukian considera que a privacidade deve ser um princípio assegurado no sistema, por <em>default</em>. E isto não constitui nenhuma desvantagem para quem cria e vende esses sistemas. Existem medidas que podem ser adoptadas para assegurar a privacidade do utilizador e, ao mesmo tempo, para enriquecer as empresas.</p>
<p>Na conferência <em>Privacy By Design Challenge</em> (2009) Cavoukian falou acerca de cameras de vigilância e <a title="biometria" href="http://www.webopedia.com/TERM/B/biometrics.html" target="_blank">biometria</a>, conceitos que aparentemente são um atentado à privacidade (e é por isso que, não sendo conveniente, ela é ignorada), mas podem deixar de 0 ser, com uma série de procedimentos que garantem a protecção de identidade.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/09/119/"><img src="http://img.youtube.com/vi/9v-EFYE317I/2.jpg" alt="" /></a></span>
<h6>(Ann Cavoukian em <em>Privacy By Design Challenge</em> (28-01-2009), Toronto,- parte 1)</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:left;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/09/119/"><img src="http://img.youtube.com/vi/vcJTlMWsTuI/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<h6>(Ann Cavoukian em <em>Privacy By Design Challenge</em> (28-01-2009), Toronto &#8211; parte 2)</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na mesma conferência participaram também vários representantes de grandes empresas. O testemunho do Facebook distinguiu-se dos outros por apelar a um princípio diferente: o <em>default</em> é a partilha de informação, porque é mesmo isso que a rede social permite. Pretende-se uma confiança entre os utilizadores. Além disso, o objectivo é que esta partilha seja feira com pessoas que já se conhece. Aceitar ou não aceitar amigos é, para o Facebook, uma medida de privacidade.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/09/119/"><img src="http://img.youtube.com/vi/u72wT-DZ400/2.jpg" alt="" /></a></span>
<h6>(Chris Kelly (Facebook) em <em>Privacy By Design Challenge</em> (28-01-2009), Toronto)</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>ver também os testemunhos, na mesma conferência, das empresas:</p>
<p>&gt;&gt; <a title="IBM" href="http://www.youtube.com/watch?v=4Gan83bklsE&amp;feature=related" target="_blank">IBM</a> (Jeff Jonas)<br />
&gt;&gt; <a title="Intel" href="http://www.youtube.com/watch?v=L3IQJkCnASY" target="_blank">Intel Corporation</a> (David A. Hoffman)<br />
&gt;&gt; <a title="Microsoft" href="http://www.youtube.com/watch?v=QugsbFtJZ0Y&amp;NR=1" target="_blank">Microsoft Corporation</a> (Dr. Stefan Brands)<br />
&gt;&gt; <a title="HP" href="http://www.youtube.com/watch?v=5LnCiirHbCQ" target="_blank">HP</a> (Victor Garcia)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/119/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=119&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>x-ray</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>plastessina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O excesso de zelo adoptado nos aeroportos após o 11 de Setembro, levou Sarai Givaty a criar Privacy: What the f@#k do you think I have in my bag?. A privacidade é ignorada quando crianças, idosos, deficientes e artistas Israelitas são &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/08/x-ray/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=98&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O excesso de zelo adoptado nos aeroportos após o 11 de Setembro, levou <a title="Sarai Givaty" href="http://www.saraigivatyart.com/" target="_blank">Sarai Givaty</a> a criar <em>Privacy: <em>What the f@#k do you think I have in my bag?</em></em>. A privacidade é ignorada quando crianças, idosos, deficientes e artistas Israelitas são sujeitos a testes de controlo embaraçosos. Para protestar contra este excesso de segurança, a artista cria uma série de imagens provocativas onde podemos ver, em raio-X, bens pessoais que revelam segredos íntimos.</p>
<p><em><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/08/x-ray/"><img src="http://img.youtube.com/vi/8bL4NFDt0MI/2.jpg" alt="" /></a></span> </em></p>
<h6>(<em>Privacy: What the f@#k do you think I have in my bag?</em>, de Sivai Givaty)</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que Givaty faz aqui é relembrar o direito à privacidade. Já Nobuo Ikeda, em resposta à <a title="google private view post" href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/07/76/" target="_blank">carta de Higuchi à Google</a> (que protestou acerca de questões de privacidade do Google Street View no Japão), relembra que esse direito não existe: <em>The basic point here is that privacy is not a human right that should be protected by law. It is not a universal right, it is just the particular concept advocated in a paper in 1890 by [sic] Warren-Brendeis in the form of a “right of famous people not to have their private life photographed”. There was a controversial debate in the 1980s about whether privacy should be treated as a human right, but the prevailing view across the world was that, since this would violate the right to freedom of expression, it was not desirable to protect [privacy] through positive law. In Japanese law as well, the word “privacy” is avoided.</em> (1)</p>
<h6>-</h6>
<h6>1 Nobuo Ikeda citado no artigo<em> <a title="Japan: Debate over Google Street View continues" href="http://globalvoicesonline.org/2008/08/14/japan-debate-over-google-street-view-continues/" target="_blank">Japan: Debate over Google Street View continues</a></em> (2008) de Chris Salzberg.</h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/98/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=98&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>†</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 20:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>plastessina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um certo receio de não deixarmos nada nosso no mundo para ser recordado. Há sempre fotografias, palavras escritas, vídeos que ficam fossilizados para os vivos lembrarem os mortos. No contexto actual, como é que nós vamos querer ser lembrados? Max &#8230; <a href="http://plastessina.wordpress.com/2009/11/08/%e2%80%a0/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=91&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um certo receio de não deixarmos nada nosso no mundo para ser recordado. Há sempre fotografias, palavras escritas, vídeos que ficam fossilizados para os vivos lembrarem os mortos. No contexto actual, como é que nós vamos querer ser lembrados?</p>
<p>Max Kalehoff refere a importância dos novos media no luto: <em>For the living, social media can play a massive role in the mourning process that follows death. It can enable more efficient communications with our immediate and extended personal networks. For example, a blog or e-mail group could be set up to communicate key details and updates to family members, friends, colleagues and distant contacts, either at home or across the globe.</em> (1)</p>
<p>Além da divulgação da notícia e dos detalhes das cerimónias (até agora resolvidas com os obituários nos jornais ou nas ruas ou pessoalmente/por telefone), a internet permite também uma homenagem ao falecido e um luto bem mais exposto. Warren St. John escreveu no <a title="Warren St, John no New York Times" href="http://www.nytimes.com/2006/04/27/technology/27myspace.html?ex=1303790400&amp;en=beb62b57ae91865d&amp;ei=5089&amp;partner=rssyahoo&amp;emc=rss" target="_blank">New York Times</a>: <em>Personal Web pages have suddenly changed from lighthearted daily dairies about bands or last night’s parties into online shrines where grief is shared in real time.</em> (2)</p>
<p>Mas parece-me que a questão mais curiosa acerca da morte e dos novos media é: virtualmente, podemos nunca morrer. A ideia de imortalidade pode muito bem ser redefinida. As nossas páginas web continuam a existir, mas isso tem o mesmo significado que uma fotografia, um vídeo: continua lá, mas é estático. No entanto, se deixar de ser estático, isto é, se puder existir alguma interactividade, podemos mesmo continuar a falar (e não só) com alguém que já morreu. E isso seria assustador. Talvez só no início.</p>
<h6><img class="size-full wp-image-106" title="auger-loizeau - the afterlife project 2009" src="http://plastessina.files.wordpress.com/2009/11/auger-loizeau-the-afterlife-project-2009.jpg?w=500&#038;h=466" alt="auger-loizeau - the afterlife project 2009" width="500" height="466" />(Auger-Loizeau &#8211; The Afterlife Project, 2009 &#8211; em exposição na Experimenta Design&#8217;09)</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <em>The Afterlife Project</em>, Auger-Loizeau apresenta uma prova concreta de que existe vida depois da morte. Os fluidos expelidos do corpo morto são transformados em energia que é armazenada numa pilha comum colocada debaixo da &#8220;banheira&#8221;. Assim, os vivos podem usar a pilha num objecto à sua escolha. Isto, para Auger-Loizeau, é um benefício emocional para quem fica para recordar.</p>
<h6>-</h6>
<h6>1 Max Kalehoff no artigo <em><a title="mourning in the internet age by max kalehoff" href="http://www.attentionmax.com/blog/2006/05/mourning_in_the_spinzone.php" target="_blank">Mourning In The Internet Age</a></em> (2006)</h6>
<h6>2  Warren St. John citado por Max Kalehoff no artigo já mencionado.</h6>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/plastessina.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/plastessina.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/plastessina.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/plastessina.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/plastessina.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/plastessina.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/plastessina.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/plastessina.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/plastessina.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/plastessina.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/plastessina.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/plastessina.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/plastessina.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/plastessina.wordpress.com/91/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=plastessina.wordpress.com&amp;blog=10071357&amp;post=91&amp;subd=plastessina&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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